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    20.11.06


     

    As coisas mudam...

    O que não muda é a idéia fixa em achar que as coisas são imutáveis.

    Então, o show do New Order..

    Showzaço, independente dos problemas com o som da mais "nova casa de espetáculos" do Rio.

    Era o NEW ORDER!

    Estado anestésico... Ouvir as músicas do Joy Division e ainda sentir um tesão geral na triste "Love Will Tear Us Apart" é algo memorável.

    Eu, que postei tempinhos atrás que "Bizarre Love Triangle" seria cantada à todo pulmão...

    HAHAHA

    Apesar de ser o hit do hit dos hits, foi a música que menos curti.

    Fui mais feliz em "Blue Monday" emendada na maravilhosa "The Perfect Kiss"

    E "She?s lost control"...

    SHE IS LOST CONTROL? AGAIN?

    Ainda bem!

    Thanks God.




    1:43 da tarde



     

    Já que perguntar não ofende...

    Será que o fato de ter sonhado, em plena madruga de sábado, que vazava muito leite dos meus seios, sem estar grávida ou ter tido um baby tem alguma coisa a ver com ter assistido ?Volver? do Almodóvar?



    1:35 da tarde



     
    Das coisas simples...

    * O bom de se relacionar com alguém que mora em outra cidade é que dormir juntos no sábado à noite se torna um programão!

    Das coisas infames...

    * Se você se sente como a galinha dos ovos de ouro, o bom disso tudo é que poderá comer um omelete dourado, douradíssimo

    Das coisas complexas...

    * Angústia e paranóia de estimação... Quanto vocês querem para me dar uma folga, ein?


    1:26 da tarde


    4.11.06


     
    FAXINA...


    Como pode, não?
    Quanta poeira, quanto pó...
    Deixa eu espanar.
    Muitas coisas para postar, pelo menos uma situação diária daria um post.
    Só que a vida corrida, a conexão de escada, o bloqueio ao blog no trampo e tudo mais jogam contra.
    E quando junto as idéias na caixola, não consigo organiza-las como gostaria para exteriorizar...
    Então, vamos em gotas!


    7:46 da manhã


    3.9.06


     

    No meio das férias de de Julho, a "bomba". Estragar as "férias"? Sem chances.

    Tava foda continuar a vida dupla. Então, rumei para cidade serrana, sozinha (eu sou simplinha mesmo, hohoho) e ainda aproveitei para encontrar o moço que me olha nos olhos.

    Vinho. Música. Sexo. Papo. Frio. Bem querer

    E a porta aberta... Ele entrou. Nada mal.



    8:29 da manhã



     

    Atualizar é preciso, então, meu querido diário:

    (breve, bem breve...)

    • Ainda estranhando a carta de alforria. Estranhamento este causado tão somente por conta dos muros que construí à minha volta. Não posso negar que era cômodo.
    • Aniversário. Ah, sim. Algo como no filme "De repente, trinta". Quanto tempo perdi imaginando onde estaria nessa "idade". Meio perua, altamente bem sucedida profissionalmente, com uns dois filhos e um príncipe encantado? Hahahahahaha. Me poupe. Estou no estilo "comigo ninguém pode". E falo sério.
    • Quando penso nas maravilhosas mulheres "de trinta", chego a sentir um arrepio na nuca (sem trocadilhos... ou não! Hahahahaha). Ô poder filho da mãe: Angelina Jolie, Ana Paula Arósio, Kate Moss, Maria Fernanda Cândido, Penélope Cruz, Ivete Sangalo e eu, obviamente. Hahahahaha.
    • Vivendo um certo luto, é bem verdade. Mas é o MEU luto. Sem sentimentos em relação a ninguém. Enterrando todas as minhas limitações. E Ponto.


    8:22 da manhã


    6.8.06


     

    Por essas e outras que eu amo minhas amigas:

    R. -> Ah, até eu queria um "amor" na minha vida. Eu ia me entupir de comer e comprar todas as coisinhas que eu visse. Mas só por um mês, mais do que isso não é necessário. E quer saber? Ele não tinha nada a ver fisicamente com você...

    G -> Enquanto você está no auge da sua "adultescência", ele está iniciando sua senilidade. Sem chances.

    Ro-> Ah, me poupe. Ele vinha fazendo a sobrancelha. Tem noção do que é isso? E de mais a mais, só te chamava de "filha".

    L-> Você não é o protótipo de mulher submissa. Só encarne esse papel quando colocar a fantasia de empregadinha de novo para ir à festinhas darks. E tire fotos!

    Hahahahaha.



    3:35 da tarde


    23.7.06


     
    New Order confirma show no Brasil para Novembro!

    Uhuuuuuuuu.

    "Bizarre Love Triangle" será cantada com todo pulmão.
    Essa música, que sempre amei, nunca fez tanto sentido como agora...


    3:43 da tarde



     

    Ei, mãe, deixa eu lhe dar um motivo (cretino) para que você não viva em processo depressivo?

    Sei que você não contava com a solidão nesse momento de sua vida, mas você também não sabia que nenhum altruísmo é verdadeiro, né?

    Que ter se dedicado ao mundo, fingindo não querer nada em troca, teria um retorno.

    Retorno esse, tão simples, mas que não veio.

    O que fazer nesse ponto da vida? Talvez deixar de tentar entender.

    Algo que também preciso fazer...

    Bom... vamos ao meu egoísta exemplo (sim, o egoísmo saudável é uma benção, estou praticando-o).

    Você mal, quem seria a melhor companhia para o almoço de domingo?

    Criticando-me, dizendo que não sei beber chope. "Ih, você deixa esquentar!!! Ah, meus tempos!".

    Quem vai dividir picanha com arroz maluco e depois ainda encarar espaguete com camarão?

    Quem vai me fazer companhia no shopping, especialmente para tomar sorvete de tapioca?

    Claro que eu poderia fazer tudo isso sozinha, mas sua companhia faz diferença.

    Talvez, hoje, você seja a minha segunda filha e a que me dá mais trabalho...

    Continue forte.

    Não tome os remédios. Olhe para si, para dentro. Você pode não gostar de algumas coisas, mas verá outras maravilhosas...

    Não tome tanto "sossega leão". Ainda me sinto como a criança assustada do passado quando isso acontece.

    É, você não lerá nenhuma dessas palavras, mas acho que já lhe falei de uma forma ou outra.



    2:53 da tarde


    19.7.06


     

    Quer saber? Daqui a exatamente um mês troco de década, essa idade realmente tem um poder.

    Um mix perfeito de vigor físico e coluna ereta para dizer: e daí?

    Isto posto, resolvi deixar de ser politicamente correta e fazer uma listinha das coisas que eu não gosto mesmo e ponto final:

    Não gosto:

    • Que me mandem "beijo do coração"
    • Que belisquem a minha cintura dizendo "oi".
    • De homem com unha grande - broxante total.
    • De quem trepa (o tempo todo) olhando para o espelho. Tá, confesso, dou e acho que todo mundo dá uma olhadela... mas... disfarça, né?
    • De casa muito cheia (a não ser que eu tenha convidado).
    • De ser simpática com alguém que achei antipático de cara (tá, a opinião pode mudar)
    • De comida japonesa.
    • Da minha eterna necessidade de dar satisfação aos outros, como se pedisse permissão.
    • Quando não olham para mim quando estou falando - leonina total, eu sei...
    • De fazer social caso não haja nada que me interesse.


    11:35 da manhã


    5.7.06


     
    MORADA, MORADIA, CASA, LAR E CIA
    Durante a meditação, eu não consegui esvaziar a minha mente...
    No lugar, me veio em pensamentos retratos de um lugar onde eu gostaria de estar, o meu canto, talvez uma casa, mas era aconchegante demais para ser só uma casa.
    Talvez fosse um lar.
    Aí sim, faria sentido...
    Talvez paredes pintadas de amarelo clarinho, bastante almofadas, um quadro colorido na parede.
    Luz baixa na sala, uma mesa com arranjo de flor no meio.
    Quando o pensamento se aprofundava, no entanto, algumas projeções perdiam-se e se misturavam à memórias.
    Lembrei da primeira casa que tive. Praticamente não tinha muita decoração. Era correta, mas um pouco fria.
    A segunda casa, já tinha mais a minha cara: manta no sofá, um aparador contendo uma mini fonte de água, jardinzinho japonês, um potinho de vidro com balinhas coloridas também de vidro, espelho grande na parede, algumas fotos em um porta retrato de parede.
    Eu não gostava do banheiro, tinha muita luz.
    O banheiro na primeira casa eu gostava bastante, mas a minha necessidade em agradar o outro não permitiu que eu o deixasse do jeito que gostaria.
    Acontece. Ou melhor, acontecia, agora sou partidária do egoísmo saudável.
    Deixei essas duas casas para trás. Tudo que havia nelas também ficou para trás. Acho que só levei duas panelas de fondue, as quais nunca usei.
    Sei que pessoas fizeram e fazem proveito das coisas que deixei.
    Bom para elas.
    As vezes me pergunto o porque deixei essas casas para trás...
    Se algo mudou ou melhorou mesmo, ou eu apenas digo sim para justificar a decisão.
    Daí me vem a resposta: deixei porque eram casas, não eram um lar.
    Um lar é minha atual obsessão.

    A primeira vez em que saí de casa, aos dezessete, foi porque eu realmente queria sair da casa em que vivia com a família.
    Não que eu não estivesse apaixonada, mas a mola propulsora foi o desejo de sair.
    Uni o útil ao agradável.
    Na segunda vez, aos vinte e cinco, foi única e exclusivamente por culpa. Também estava apaixonada, bem menos que da primeira vez, mas a culpa é que comandava as ações.
    Na terceira vez, aos vinte e sete, foi porque o castelo de cartas que construí desmoronou.
    Com isso voltei para onde eu nunca pensei que estaria. Ninguém mandou eu pensar...
    Me pergunto, agora, aos vinte e nove, qual seria o motivo da minha saída...
    Acho que é a busca pelo lar, não apenas a busca pela privacidade, conforto, etc.

    É o lar também que busco nas pessoas.

    Não consigo chorar.
    Tão pouco gosto de me fazer de vítima.
    Mas também não sei pedir um abraço...
    Problema meu, eu sei...


    12:23 da tarde