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    15.9.05

    P-A-L-A-V-R-A-S

     
    Palavras pensadas. Palavras ditas. Palavras esquisitas. Palavras ao ar...
    Palavras que se perdem. Palavras que não tem palavras. Palavras que tocam. Palavras que flutuam.
    Palavras Voadas!

    Diz o dito popular que "palavras o vento leva". Mas para onde?

    Esse blog não tem muitas apresentações. Apenas algumas explicações, porque eu gosto de me explicar, mas nem sempre.

    Sou do tipo que dá bom dia e depois pensa em pedir desculpas.

    O problema sempre foi começar. Surgiam as indagações: Porque?
    Contra: Ah, sou prolixa, obtusa, não concluo uma idéia, me faltam inspirações, encho o saco muito rápido, etc e tal.
    A favor: É terapêutico, é uma forma de exorcismo, de praticar a sublimação, de rir de si mesmo, de desenvolver o senso de observação, exercer a loucura, preservar a lucidez...
    De repente um motivo nobre vem à tona: Lembro-me que cria-se laços virtuosos que fazem toda a diferença...

    Ah! apenas palavras...

    Para criar intimidade, vou mostrar a minha tatuagem, mas não a epitelial e sim a que tatuei na alma. Ao invés de desenho, foram algumas palavras de Clarice Lispector:

    "... Tudo o que não se fez far-se-á um dia? A tecnologia ameaça tudo o que é humano no homem, mas a tecnologia não atinge a loucura e nela, então, o humano do homem se refugia..."

    Pronto, estamos meio íntimos!

    P.S: Meus dois psicólogos de plantão, um menino e uma menina, serão meus eventuais companheiros por aqui. Eles não possuem quaisquer rastros virtuais, nem adianta procurar. Aliás, será que existem mesmo? Quem sabe não são apenas amigos imaginários? ;-)


    2:11 da tarde