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    5.2.06


     
    Cheguei a conclusão de que quando as pessoas não tem problemas, ficam entediadas e começam a procurar chifre em cabeça de porco.
    Não que eu fuja a regra, mas na minha tentativa de fugir do tédio e da mesmice eu não arrolo os outros.
    Meus problemas existenciais se resumem a questões simples que se transformam em grande dilemas. Do tipo:
    Tomo café com açúcar ou adoçante?
    Como pão integral ou tradicional?
    Eu fui a mulher mais importante da vida de fulaninho?
    Essa pessoa é chata ou é legal?

    E por aí vai... as pequenas questões viram grandes dilemas e o tempo passa.

    Jogar minhas neuroses em cima dos outros, eu evito fazer.
    E não tenho paciência com quem faz.
    *******************************************

    Durante o "workshop" sobre liderança e gestão de pessoas (é, para aprender como conviver com ser humano e "cerumano"), eu viajava....
    E sentia vontade de fumar (mesmo não sendo fumante assídua) e pensava naquela música dos Engenheiros do Havaí que diz assim: "... eu que não fumo queria um cigarro, eu que não amo você, envelheci dez anos ou mais nesse último mês...".
    Apesar do trecho não ser totalmente aplicável.
    Amar eu amo.
    Mas amo o médico e o monstro ao mesmo tempo.
    E deveria amar um e abominar o outro.
    Ou seja, gosto de roteiros mas não sei segui-los.
    E a minha capacidade para esse tipo de sentimento é efêmera.
    Ainda que isso seja só uma impressão ou uma pequena e doce mentira que costumo contar à mim mesma para me proteger.
    Consigo? Certamente não?

    E sim, acredito em sentimentos à primeira vista.

    "Qualquer coisa" at first sight.


    1:47 da tarde