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    1.3.06


     
    Tá certo que aqui é meu canto de sublimação e quem me conhece sabe o quanto eu tenho tendência a por lente de aumento em tudo.
    Mas o estilo "sorumbatman" está demais até para mim, mesmo sabendo que isso faz parte de minha persona.
    Só que, depois de ler o BLOGGETE e o que a loira escreveu, não tem como não começar a gargalhar e seguir a risca djá.
    Porra, que orgulho dessa mulher...

    Não, jovens, não há mesmo como amar sem a parte de sofrer. Se vinicius está certo, lulu santos está errado. ele grita que se recusa a admitir que amar é sofrer, mas vem o outro e diz que se não tivesse essa dor, ah, se não tivesse o sofrer?Eu leio no blog da moça de 23 anos que ai, se apaixonou e derrubou as defesas, leio na tpm a recusa dos jovens under 28 de cair no precipício do amor, ouço o namorado contar da ex que jovem, via isso nos seus chapas. Mas carinhas, num tem jeito, se for amor mermo, vai ter sofrer. Uma coisa não é = a outra, mas como viver o outro, como saber o outro, como ter a distância do outro, como ter outro como objeto de adoração assim, sem uma dorzinha? Num dá.É, só entende quem namora, agora vambora.

    No meu processo de adultescência, percebo que gasto mais tempo me lamentando do que rindo e usufruindo...
    Ah, para né?
    Vamos tentar o outro lado, porque tá foda...
    Toda repetição de comportamento gera um ganho e se o meu é esse martírio, eu vou ganhar e jogar fora.
    Tá decidido.
    Não prometo em 100% do tempo... mas essa nem é mesmo a proposta.
    Para quem está - pela primeira vez na vida- experimentando dedicar-se a si mesmo, estou perdendo muito, muito tempo.
    De qualquer forma, eu já tinha uma certa desconfiança de que tinha um "Q" de ego nisso tudo aí.
    Tanto de minha parte, como da parte dos Édipos.
    No pain, no gain?
    Ok, só que vou maximizar os efeitos positivos e minimizar os negativos.
    Depois eu conto aqui se consegui...
    E tenho amor para dar...


    3:03 da tarde